É de conhecimento público que as religiões, ao longo da história sempre condicionou o ser huamoao ao medo. Segundo relatos de pesquisadores respeitados e devidamente qualificados, o medo era usado como feramenta de controle, seja através da ameaça de punições eternas, da reprovação social ou da incerteza sobre o que acontece após a morte. Esse mecanismo mantém os fiéis obedientes às normas e dogmas, mas também pode gerar angústia e ansedade , inclusive ansiedade gereralisada , sob forma de doença.
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Pregações religiosas podem influenciar o sistema nervoso simpático e parassimpático ao gerar estados emocionais intensos, como medo ou paz, que ativam ou inibem respostas fisiológicas automáticas. Isso significa que discursos religiosos podem tanto aumentar o estresse quanto promover relaxamento, dependendo do conteúdo e da forma como são transmitidos.
Muitas vezes, a cultura do medo é utilizada como uma ferramenta de controle dentro de algumas tradições religiosas.
Antes de dar sequência a esta postagem, resolvi optar por um melhor esclarecimento sobre o meu conceito de religiosidade . Sou católico ,batizado, casado na igreja ,porém não participo de movimentos de evangelizações ou outras formas de alienação . Entendo que para ser um bom cidadão , com direitos e deveres para a sociedade e o proximo, não seja preciso necesariamente optar por conceitos de religiosidade.
Mas como cristão ,reconheço a importãncia de se cuidar da espiritualidade ,e ao tudo indica, as tradições católicas, com suas missas e liturgias, representam uma boa dinâmica de aprendizado social e espiritual ,ou seja , uma causa benéfica que colabora com a formação humano social .
Porém, no que diz respeito a religiosidade, temos que ficar atentos,nem todas as religiões colaboram com a espiritualidade e saúde mental, pelo contrário, algumas formas de crenças religisas denominadas de teologia do dinheiro , fama e sucesso , onde se prega um Jesus Cristo feito a imagem e semelhença do "DIZIMO", com consequências negativa para saúde mental ,resultando num caminho perigoso e destruidor ,ao ponto de danificarem todo processo natural do metabolismo cerebral,comprometendo o sistema nervoso simpatico e parasimpatico .,resultando em diversas formas de doenças ,sejam fisicas(do corpo ) ou da mente ,sob foma de transtornos mentais .Transtornos psicossomáticos (doenças físicas originadas de sofrimento mental)
Pregações religiosas podem influenciar o sistema nervoso simpático e parassimpático ao gerar estados emocionais intensos, como medo ou paz, que ativam ou inibem respostas fisiológicas automáticas. Isso significa que discursos religiosos podem tanto aumentar o estresse quanto promover relaxamento, dependendo do conteúdo e da forma como são transmitidos.
No passado, já fui vitima de crime teologal de comercio religioso, com apenas vinte quatro anos aproxiamadamente, passando por dificuldades emocionais (desquilibrios resutantes de conflitos familiares) procurei ajuda numa determinada igreja denominada evangelica na minha cidade ( São João da Boa Vista SP) ,cidade onde moro até nos dia de hoje (sou natural de São Sebastão da Grama SP,mas meus pais se muradam para são joão quando tinha ainda 2 anos .
O resultado desta minha experiencia negativa , vitimado por mercenários desqualificados ,só me trouxeram prejuizo financeiro e moral .
Do ponto de vista da saúde mental, a religião fornece diretrizes muito necessárias, que podem ajudar as pessoas a traçar um caminho para suas vidas.
Psiquiatras e psicólogos tendem a ser menos religiosos do que a população em geral e não recebem treinamento adequado para lidar com questões religiosas na prática clínica. Portanto, geralmente têm dificuldades em entender e se colocar no lugar das crenças religiosas e do comportamento dos pacientes. Se a principal fonte de contato dos psiquiatras com experiências religiosas é através do relato de seus pacientes, naturalmente, essas são fontes tendenciosas. Embora pacientes psiquiátricos muitas vezes usem o enfrentamento religioso de forma saudável, eles também podem expressar um ponto de vista depressivo, psicótico ou ansioso sobre suas religiões. Essas perspectivas, além de não refletirem de forma justa as experiências religiosas da população em geral, eram vistas como confirmações da natureza patológica da religiosidade. fonte : A .gov website belongs to an official government organization in the United States.
O prejuizo fianceiro ,a gente recupera, já o prejuizo na saude mental e moral, ficou em forma de traumas durante anos e anos na minha mentalidade. Se fosse contar de fato, , dificilmente alguem acreditaria em tudo que presenciei dentro daquele templo "evangélico religioso" e/ou melhor definindo, diabólico e nefasto .
Como não estava acostumado ,nem abituado aos conceitos de teologia ,comercio religioso e abusos de poder teologol, acabei por me deixar hipnotizar ,me entregando ao Fanatismo religioso em nome de um JESUS CRISTO DE COMERCIO POLITICO admistrativo . (fato que só me atrapalhou a convivencia).
Só me recuperei depois de muitos anos, (depois de casado e aposentado ) ,quando voltei ao meu estado normal , foi então que comecei estudar teologia e neuroteologia.
Estudos relacioados a neuroteologia, indicam que usar a religião apenas para fins sociais ou de segurança, com dogmatismo) está associada a maior ansiedade e medo da morte ou de "deus".
Já a vivência espiritual focada no acolhimento e na transcendência tende a ser um fator de proteção contra transtornos mentais.
Pesquisando um pouco mais, encontrei um artigo sobre religião que mereceu destaque
O autor de um portal sobre literatura científica ,um site oficial do governo dos Estados Unidos ,assim retrata o assunto : "Desde tempos primitivos, diferentes religiões têm diferentes crenças e sistemas de culto. Toda religião com seu sistema de crenças tem implicações na saúde mental e na doença."
Psiquiatras e psicólogos tendem a ser menos religiosos do que a população em geral e não recebem treinamento adequado para lidar com questões religiosas na prática clínica. Portanto, geralmente têm dificuldades em entender e se colocar no lugar das crenças religiosas e do comportamento dos pacientes. Se a principal fonte de contato dos psiquiatras com experiências religiosas é através do relato de seus pacientes, naturalmente, essas são fontes tendenciosas. Embora pacientes psiquiátricos muitas vezes usem o enfrentamento religioso de forma saudável, eles também podem expressar um ponto de vista depressivo, psicótico ou ansioso sobre suas religiões. Essas perspectivas, além de não refletirem de forma justa as experiências religiosas da população em geral, eram vistas como confirmações da natureza patológica da religiosidade. fonte : A .gov website belongs to an official government organization in the United States.

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